DIOMAR

sábado, 31 de agosto de 2013

PAPA FRANCISCO ESCOLHE NOVO SECRETÁRIO DE ESTADO

#DIOMAR FRANCISCO}

VATICANO.

O papa Francisco anunciou neste sábado uma troca no segundo cargo mais importante da hierarquia do Vaticano, o de secretário de Estado. Ele trocou o influente cardeal italiano Tarcisio Bertone pelo também italiano Pietro Barolin, 58, que atuava como núncio da Venezuela.

É uma das nomeações mais esperadas do pontificado do Argentino, já que a imagem de Bertone, 78, tinha ficado manchada por causa do escândalo de vazamento de documentos vaticanos - apelidado de VatiLeaks- nos quais era acusado  de má gestão e de abuso de poder. Em nota oficial, o escritório de imprensa do vaticano comunicou que o papa aceitou a renúncia daquele que foi durante muitos anos o braço direito de Bento 16. Bertone deverá permanecer no cargo, porém, até 15 de outubro, quando Parolin tomara posse.

Uma vasta reforma da Cúria está sendo realizada pelo papa Francisco desde a sua eleição, em março passado. Várias comissões foram criadas com este intuito. Os principais objetivos desta reforma devem ser anunciados no início de outubro.

Relativamente jovem nos escalões superiores do Vaticano, o novo secretário de Estado é um homem especializado em diplomacia vaticana e com experiência na Cúria, já que de 2002 a 2009 foi subsecretário da Seção para as Relações com o Estados da Secretaria de Estado.

sexta-feira, 30 de agosto de 2013

TABAGISMO PASSIVO CHEGA A 12% EM CURITIBA

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Mesmo com as restrições impostas pela lei para os espaços em que é permitido fumar, ainda há uma grande parcela da população que está exposta à fumaça do tabaco. De acordo com a pesquisa Vigitel 2011 (Vigilância de fatores de risco de proteção para doenças Crônicas inquérito telefônico), realizada pelo Ministério da Saúde, 12% dos habitantes de Curitiba são considerados "fumantes passivos".

Ou seja, não são fumantes, mas por conviverem com pessoas que fumam, estão expostas aos mesmos malefícios que o cigarro e outros derivados do tabaco apresentam aos usuários.

O tabagismo passivo também é considerado a terceira causa de mortes evitável, segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), atrás apenas do tabagismo ativo e do consumo excessivo de álcool. De acordo a Vigitel, no local de trabalho, o número de fumantes-passivos chega a 12,2%. Nas residências, esta taxa não é muito diferente e atinge 11,8% da população.

quinta-feira, 29 de agosto de 2013

A LEI DOS ESTÁDIOS NO BRASIL

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Dois torcedores corintianos, depois de ficarem cinco meses presos em Oruro na Bolívia, foram flagrados em briga no estádio Mané Garrincha em Brasília. O episódio alerta para um tipo de pessoa que está infiltrado no meio dos torcedores, mas que não chega a ser nenhuma novidade.

O bom senso diria que nenhuma pessoa que ficasse preso em uma cadeia do interior da Bolívia se sujeitasse a se envolver em um problema em estádio de futebol. No entanto, a lógica não prevalece para este tipo de "torcedor". Boa parte das torcidas organizadas brasileiras tem bandidos em suas fileiras. A própria torcida do Curitiba teve um aspecto sombrio revelado, após a invasão de campo em 2009, que resultou na longa interdição no Couto Pereira. Na ocasião, alguns dos dirigentes da Império apareceram com extensas fichas criminais. Está no momento da justiça e nas forças de segurança darem uma "atenção especial" para este tipo de pessoa, uma vez que o país está em vias de receber uma Copa do Mundo.

quarta-feira, 28 de agosto de 2013

FUGA DE SENADOR BOLIVIANO DERRUBA PATRIOTA

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O senador boliviano trazido a tiracolo pelo agente diplomático brasileiro possui um currículo  digno de causar inveja aos nossos políticos, com 16 condenações por corrupção na Bolívia. Esse currículo o credencia a concorrer nas próximas eleições, pois não tenho dúvida de que, brevemente, algum partido político o incentivará a se naturalizar e assim poder se tornar elegível. DALMIR MÉXICO MARTINS.

SENADOR BOLIVARIANO-3

Priorizar relacionamento com países pobres e de esquerda como a Bolívia nada acrescenta ao Brasil. Está na hora de estreitarmos nosso relacionamento histórico com as democracias americanas, como aconteceu no passado. O caso Roger mostra como estamos perdendo tempo com nossos vizinhos esquerdistas pobres.

PREFEITURA DE CURITIBA.

Parabéns ao jornalista Chico Marés pela reportagem "Mesmo com maioria na Câmara, Fruet sofre problemas com a base" Gazeta, 24/8). A leitura do Legislativo municipal de Curitiba feita na reportagem mapeia a rota da crise de representação que solapa a legitimidade do voto e retira a identidade dos partidos. Trata-se de um maduro e sereno ensaio de sociologia politica sobre o perfil legislativo do presente. O desafio de Paulo Salamuni,  presidente da Câmara, e do prefeito Gustavo Fruet é o de não colocar vinho novo em odres velhos. Todos confiamos numa colheita de mudanças.

terça-feira, 27 de agosto de 2013

INTERFERÊNCIA PESSOAIS NA DIPLOMACIA ENTRE BOLIVIA E BRASIL

#DIOMAR FRANCISCO}

As divergências brasileiras com o governo biliviano Evo Morales são inúmeras, desde que o Líder de origem indígena assumiu a presidência do país vizinho. De tendência "bolivariana", conforme decisão do falecido Hugo Chavez, Morales procura dar um viés de esquerda para o seu governo e com isso, em muitas ocasiões trata o Brasil como o "explorador  imperialista".

As divergências já passaram até pelo futebol, uma vez que times brasileiros lutavam pela proibição dos jogos em altitudes elevadas, e passaram por assuntos econômicos. Morales nacionalizou patrimônio da Petrobras, instalado para viabilizar a exploração de gás. 

Desta vez, o incidente rumou para o pessoal. O Senador Pinto Molina, refugiou-se  na embaixada brasileira e graças à amizade que formou com  o diplomata brasileiro, conseguiu fugir para o Brasil. O governo boliviano sentiu-se ultrajado, uma vez que o Brasil dá asilo a um inimigo político seu.





Desta vez

segunda-feira, 26 de agosto de 2013

FORO DE SÃO PAULO, 23 ANOS DEPOIS

#DIOMAR FRANCISCO/SILVIO GRIMALDO DE CAMARGO/ GAZETA DO POVO}

Em entrevista exibida pela Globo News em 2009, Luz Felipe Lampreia, ex-ministro das Relações Exteriores, diagnosticava: "O que explica a confusão da América Latina é foro de São Paulo". E ele tinha razão.

O foro de São Paulo é uma organização que reúne de maneira promíscua partidos políticos legais, organizações terroristas e grampos narcotraficantes. Ele foi fundado em 1990 por Lula e Fidel Castro, que prometiam reconquistar na América Latina o que se havia perdido no Leste Europeu. Seu objetivo era traçar estratégias comuns e lançar "novos esforços de intercâmbio e de unidade de ação como alicerces de uma América Latina Livre, justa e soberana". A unidade estratégica dessas organizações visava tomar o poder em todo o continente, criando uma frente de governos socialistas em oposição aos Estados Unidos. Hoje, duas décadas depois, o Foro de São Paulo governa 16 países, nos quais aplica a mesma agenda de aparelhamento do Estado, de limitação das liberdades civis, de relaxamento no combate ao narcotráfico, de perseguição à oposição e à imprensa livre.

O "Plan de Acción" aprovado nas ata do seu 19º encontro, ocorrido em São Paulo no começo desse mês, confirma e reforça o pacto estratégico e o compromisso solidário estabelecidos 23 anos atrás. Os efeitos práticos dessa solidariedade política ficam claros quando observamos a submissão do governo petista às diretrizes do Foro, em detrimento dos interesses nacionais, como ilustram alguns casos da nossa política recente.

Em 2005, o representante das Farc no Brasil, Olivério Medina, foi preso numa ação conjunta entre a Polícia Feral e a Interpol. Medina era procurado na Colômbia por diversos crimes-homicídio, sequestro e contrabando de armas- e o governo colombiano pediu sua extradição. O presidente Lula não apenas lhe negou o pedido como concedeu ao terrorista o status de refugiado político. Logo depois, a esposa de Medina, Angela Maria Slongo, foi ocupar um cargo de confiança no Ministério da Pesca, a pedido de Dilma Rousseff, então Ministra da Casa Civil.

Em maio de 2006, Evo Morales estatizou duas refinarias da Petrobras na Bolívia, depois de ocupadas e tomadas pelo exército boliviano. O governo brasileiro respondeu com um afago e, dois anos depois, Lula anunciava um empréstimo de US$ 332 milhões a Morales, para a construção de uma rodovia.

Em 2011, Dilma Rousseff anunciou mudança no tratado de Itaipu, atendendo a um pedido de Fernando Lugo, presidente do Paraguai  e membro do Foro de São Paulo. A senadora Gleisi Hoffmann, do PT, foi a relatora da matéria no senado e defendeu a aprovação das alterações, que fizeram triplicar a taxa anual paga pelo Brasil ao Paraguai pela a energia não usada na usina de Itaipu, saltando de US$ 120 milhões para US$ 360 milhões.

A  decisão do governo federal de trazer médicos cubanos ao Brasil é apenas uma manobra do Foro de São Paulo para financiar a indústria de "missões humanitárias" de havana. Segundo dados levantados pela jornalista Graça Salgueiro, mais de 20 países recebem serviços médicos de Cuba. Os países clientes pagam pelo serviço ao governo cubano, que repassa apenas uma pequena parte do dinheiro aos médicos. Raúl Castro arrecada nada menos que US$ 6 bilhões anuais com envio de médicos ao exterior. Calcula-se que o Brasil enviará centenas de milhões de dólares aos cofres cubanos com a importação dos médicos. O dinheiro que poderia ser investido no sistema 
público de saúde brasileiro vai financiar uma ditadura comunista.

Quando o filósofo Olavo de Carvalho começou a denunciar o Foro de São Paulo, políticos, empresários e jornalistas preferiram ignorá-lo, acreditando que o bicho era manso. Mas o Bicho era bravo e agora cresceu formidavelmente; já não sabemos se ainda é possível derrota-lo.



domingo, 25 de agosto de 2013

MALDITOS PEDÁGIOS DO PARANÁ

#DIOMAR FRANCISCO}


Resolver a questão do pedágio no paraná é acabar com a galinha dos ovos de ouro. Não é novidade que sempre existiu uma relação incestuosa entre boa parte dos políticos paranaenses e algumas concessionárias de pedágios. Já sabemos qual será o resultado dessa nova CPI instalada na Assembleia Legislativa; holofotes, discursos intermináveis, promoção pessoal e, ao fim, o encaminhamento de um calhamaço de papel para o Ministério Publico. e, no próximo ano, "suas excelências" estarão em busca da renovação dos seus mandatos e será o momento das doações de verbas para custeio de sua campanha.