{DIOMAR FRANCISCO GAÚCHO}
A eleição de um deputado acusado de racismo e homofobia para presidir a Comissão de Direitos Humanos da Câmara dos deputados coloca o formato de trabalho em xeque. Se o objetivo do grupo for realmente defender os direitos das minorias, o parlamentar não tem a menor condição de presidir o órgão, porque já de saida teria contra si a resistência de grupos organizados.
Mas a indicação para presidir comissões leva em conta única e exclusivamente o critério político, com os cargos sendo divididos pelas bancadas. Os partidos maiores presidem as comissões mais importantes e as divisões vão em ordem decrecente.
Ou seja, a escolha do parlamentar que vai dirigir uma determinada comissão não leva em conta sua área de atuação. A polêmica levanta a questão no Congresso: por que não os deputados médicos trabalharem na Comissão de Saúde? Põe exemplo. Se prevalecer a indicação do deputado acusado, ficará claro para a população que não existe uma preocupação de conduzir as matérias da melhor maneira possível.
DIOMAR
sexta-feira, 8 de março de 2013
quinta-feira, 7 de março de 2013
O PETRÓLEO É NOSSO
]{DIOMAR FRANCISCO GAÚCHO}[
Depois de muita polêmica a respeito da discussão sobre os royalties do pré-sal brasileiro, cariocas e capixabas acabaram isolados na instância para que os estados que ficam de frente para as exploraões fiquem com a maior parte.O governo do Rio de Janeiro chegou a fazer uma "chantagem emocional" com o governo federal, alegando que os recursos estariam comprometidos para viabilizar os jogos Olípicos de 2016.
No final das contas parece prevalecer a lógica: se o mar territorial é de todo o país, a petrobrás é de todo o país, logo, a divisão deve ser igualitária para todos os estados da União. É importante lembrar como nasceu a questão dos royalties, Teoricamente, municípios e estados receberiam uma recompensa por possíveis transtornos da fase de exploração em elto mar.
Outra vez deve prevalecer a lógica. Se a grande carência do brasil é a educação, então que os recursos sejam aplicados na área. Que a riqueza natural passa ser transformada em um benefício para todos os brasileiros.
Depois de muita polêmica a respeito da discussão sobre os royalties do pré-sal brasileiro, cariocas e capixabas acabaram isolados na instância para que os estados que ficam de frente para as exploraões fiquem com a maior parte.O governo do Rio de Janeiro chegou a fazer uma "chantagem emocional" com o governo federal, alegando que os recursos estariam comprometidos para viabilizar os jogos Olípicos de 2016.
No final das contas parece prevalecer a lógica: se o mar territorial é de todo o país, a petrobrás é de todo o país, logo, a divisão deve ser igualitária para todos os estados da União. É importante lembrar como nasceu a questão dos royalties, Teoricamente, municípios e estados receberiam uma recompensa por possíveis transtornos da fase de exploração em elto mar.
Outra vez deve prevalecer a lógica. Se a grande carência do brasil é a educação, então que os recursos sejam aplicados na área. Que a riqueza natural passa ser transformada em um benefício para todos os brasileiros.
quarta-feira, 6 de março de 2013
SOBRE PROFESSORES E DOUTORES
{FERNANDO MARTINS/ DIOMAR FRANCISCO GAÚCHO/GAZETA DO POVO}
Algumas décadas atrás, a palavra "Professor" era um tratamento de distinção, quase uma honraria. Exercer o oficio de ensinar garantia status e respeito da comunidade. É provável que a sociedade da época entendesse melhor do hoje o papel dos educadores como construtores do futuro. Há muito que os professores brasileiros, porém, não contam nem se quer com uma pálida sombra de prestígio e do valor social que lhes foi atribuído no passado- ainda que atualidade costumada de "era do conhecimento".
É sintomático que a lei que instituiu o piso nacional do magistério, em 2008, tenha ido para a justiça, questionada por vários governos estaduais. Na semana passada, o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu que o salário mímnimo para professores é legal. O que chama a atenção, porém, é que os estados não queiram pagar R$ 1.567 mensais- o valor do piso em 2013 para uma jornada de 40 horas semanais. Alegram não ter caixa para fazer frente à despesa.
É fato que os governos estaduais enfrentam séria dificuldades financeiras. Mas a situação demonstra o pouco valor que o poder público tem dado ao ensino no pais nos últimos tempos. Sabe-se que somente uma revolução educacional garantirá o desenvolvimento sustentável. Mas não é na educação que o Brasil está depositando seus principais esforços. E o salário dos professores é tão somente reflexo disso- ainda que a remuneração seja apenas um dos muitos problamas do ensino.
O piso do magistério é pouco maior que o salário médio do trabalhador brasileiro-- R$ 1.345, segundo último dado disponível, divulgado em setembro do ano passado pelo o instituto brasileiro de Geografia e estatística (IBGE). A comparação dos números mostra que o país considera que o trabalho do educador está muito longe de figurar dentre as prioridades da nação.
Todas as profissões têm sua importância, mas a atividade do professor é estratégica para o futuro e deveria receber mais atenção. Por mais que uma boa remuneração dos professores não garanta necessariamente a melhora da educação, ela é essencial para tornar o magistério mais atrativo aos jovens talentos- tanto quanto hoje são as engenharias, a medicina, o direito...talvez assim "professores" volte a ser um tratamento tão distinto e desejado quanto o de "doutor".
Algumas décadas atrás, a palavra "Professor" era um tratamento de distinção, quase uma honraria. Exercer o oficio de ensinar garantia status e respeito da comunidade. É provável que a sociedade da época entendesse melhor do hoje o papel dos educadores como construtores do futuro. Há muito que os professores brasileiros, porém, não contam nem se quer com uma pálida sombra de prestígio e do valor social que lhes foi atribuído no passado- ainda que atualidade costumada de "era do conhecimento".
É sintomático que a lei que instituiu o piso nacional do magistério, em 2008, tenha ido para a justiça, questionada por vários governos estaduais. Na semana passada, o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu que o salário mímnimo para professores é legal. O que chama a atenção, porém, é que os estados não queiram pagar R$ 1.567 mensais- o valor do piso em 2013 para uma jornada de 40 horas semanais. Alegram não ter caixa para fazer frente à despesa.
É fato que os governos estaduais enfrentam séria dificuldades financeiras. Mas a situação demonstra o pouco valor que o poder público tem dado ao ensino no pais nos últimos tempos. Sabe-se que somente uma revolução educacional garantirá o desenvolvimento sustentável. Mas não é na educação que o Brasil está depositando seus principais esforços. E o salário dos professores é tão somente reflexo disso- ainda que a remuneração seja apenas um dos muitos problamas do ensino.
O piso do magistério é pouco maior que o salário médio do trabalhador brasileiro-- R$ 1.345, segundo último dado disponível, divulgado em setembro do ano passado pelo o instituto brasileiro de Geografia e estatística (IBGE). A comparação dos números mostra que o país considera que o trabalho do educador está muito longe de figurar dentre as prioridades da nação.
Todas as profissões têm sua importância, mas a atividade do professor é estratégica para o futuro e deveria receber mais atenção. Por mais que uma boa remuneração dos professores não garanta necessariamente a melhora da educação, ela é essencial para tornar o magistério mais atrativo aos jovens talentos- tanto quanto hoje são as engenharias, a medicina, o direito...talvez assim "professores" volte a ser um tratamento tão distinto e desejado quanto o de "doutor".
terça-feira, 5 de março de 2013
ESPORTE E NEGÓCIO NO ATLÉTICO PARANAENSE
{DIOMAR FRANCISCO GAÚCHO}
Muito mais que a Copa do Mundo, a diretoria do atlético parece ter um projeto mais ambicioso como negócio para seu espaço, a Arena da Baixada e de certa forma também para o seu time de futebol. A direção decidiu abrir mão de disputar o Campionato paranaense para preparar melhor o seu time para o campeonato Brasileiro e evitar contusões de jogadores em que o clube está investindo alto.
Se por um lado, o pensamento da diretoria é resultado de um estudo prático- tirando a importância de uma eventual conquista estadual e deixado de lado até mesmo a rivalidade- na outra ponta, a torcida sofre com o desempenho abaixo do esperado na competição doméstica.
Mas o projeto parece claro, transformar a competição estadual em uma competição para a produção de jogadores, e a Arena, depois da Copa, virar um centro de eventos capaz de sustentar boa parte do orçamento rubre-negro.
Muito mais que a Copa do Mundo, a diretoria do atlético parece ter um projeto mais ambicioso como negócio para seu espaço, a Arena da Baixada e de certa forma também para o seu time de futebol. A direção decidiu abrir mão de disputar o Campionato paranaense para preparar melhor o seu time para o campeonato Brasileiro e evitar contusões de jogadores em que o clube está investindo alto.
Se por um lado, o pensamento da diretoria é resultado de um estudo prático- tirando a importância de uma eventual conquista estadual e deixado de lado até mesmo a rivalidade- na outra ponta, a torcida sofre com o desempenho abaixo do esperado na competição doméstica.
Mas o projeto parece claro, transformar a competição estadual em uma competição para a produção de jogadores, e a Arena, depois da Copa, virar um centro de eventos capaz de sustentar boa parte do orçamento rubre-negro.
segunda-feira, 4 de março de 2013
ODILO SCHERER É COTADO PARA SUCEDER BONTO XVI
]{DIOMAR FRANCISCO GAÚCHO}
SEGUNDO O 'LA STAMPÁ, CARDEAIS ITALIANOS ESTARAM ARTICULANDO O SEU NOME.
O jornal italiano "la stampá" afirmou no sabado (2) que cresce a cotação do cardeal brasileiro dom Odilo Scherer para se tornar o novo papa, sucedendo ao agora papa emérito Bento XVI. A articulação incluiria eleger um secretário de estado do Vaticano italiano, ou argentino de origem italiana no conclave de cardeais que deve concorrer nos próximos dias, após a renúcia de Bento XVI, formalizada na última quinta-feira (28). Por trás da iniciativa, segundo o jornal, estaria o tecano do colégio Cardinalício, Angelo Sodano, e o cardeal italiano Giovani battista Re, além de outros cardeais italianos. A argumentação a favor de dom Odilo, sempre segundo o jornal, é que ele é um latino-americano bem considerado, fala bem italiano e tem um sobrenome alemão e "modos medidos" que o faz parecer "pouco latino". Já o jornal "II Messaggero" coloca Scherer ao lado de très outros favoritos: o canadense Marc Ouellet, o húngaro Peter Erdo e o italiano Angelo Scola.
SEGUNDO O 'LA STAMPÁ, CARDEAIS ITALIANOS ESTARAM ARTICULANDO O SEU NOME.
O jornal italiano "la stampá" afirmou no sabado (2) que cresce a cotação do cardeal brasileiro dom Odilo Scherer para se tornar o novo papa, sucedendo ao agora papa emérito Bento XVI. A articulação incluiria eleger um secretário de estado do Vaticano italiano, ou argentino de origem italiana no conclave de cardeais que deve concorrer nos próximos dias, após a renúcia de Bento XVI, formalizada na última quinta-feira (28). Por trás da iniciativa, segundo o jornal, estaria o tecano do colégio Cardinalício, Angelo Sodano, e o cardeal italiano Giovani battista Re, além de outros cardeais italianos. A argumentação a favor de dom Odilo, sempre segundo o jornal, é que ele é um latino-americano bem considerado, fala bem italiano e tem um sobrenome alemão e "modos medidos" que o faz parecer "pouco latino". Já o jornal "II Messaggero" coloca Scherer ao lado de très outros favoritos: o canadense Marc Ouellet, o húngaro Peter Erdo e o italiano Angelo Scola.
sábado, 2 de março de 2013
O METRÔ DE CURITIBA PODE VIRAR BONDE
]{CELSO NASCIMENTO/ DIOMAR FRANCISCO GAÚCHO/GAZETA DO POVO}
Considerado economicamente inviável e de reduzida utilidade para maioria da população está praticamente sepultado o projeto do metrô de 14 quilômetros deixado pelos ex-prefeito Beto Richa e Luciano Ducci, que ligava o pinheirinho ao centro, Trabalha-se agora numa alternativa muito diferente e mais barata: o bonde moderno, tembém conhecido como VLT ( Veiculo Leve sobre Trilhos), para percorrer uma circunferência de 38 quilômetros interligado seis grandes terminais da cidade. Estes terminais já servem os usuários de todos os mais populosos bairros de Curitiba e dos municípos atendidos pela Rede interligada de Transporte (RIT).
A coluna antacipa os conceitos básicos do novo projeto, mas avisa: ainda não há concenso entre os técnicos da prefeitura e nem se quer foram feitos contatos preliminares com o governo federal, que já se havia comprometido a liberar a fundo perdido R$ 1 bilhão para o projeto original.
São dois, portanto, os primeiros desafios para colocar a nova ideia em pé: a) concluir os estudos de viabilidade técnica e econômica; e b) se aprovado o projeto nesta primeira fase, convencer o governo federal a redirecionar para o VLT o recurso prometido para o metrô (aliás, nesta segunda-feira, Gustavo Fruet estará em Brasilia para tratar de mobilidade urbana). Mas há um terceiro desafio: vencer a corrida contra o tempo visando a lançar a licitação antes do fim do ano para não perder a ajuda da união.
Mais detalhe no próximo capitulo.
Considerado economicamente inviável e de reduzida utilidade para maioria da população está praticamente sepultado o projeto do metrô de 14 quilômetros deixado pelos ex-prefeito Beto Richa e Luciano Ducci, que ligava o pinheirinho ao centro, Trabalha-se agora numa alternativa muito diferente e mais barata: o bonde moderno, tembém conhecido como VLT ( Veiculo Leve sobre Trilhos), para percorrer uma circunferência de 38 quilômetros interligado seis grandes terminais da cidade. Estes terminais já servem os usuários de todos os mais populosos bairros de Curitiba e dos municípos atendidos pela Rede interligada de Transporte (RIT).
A coluna antacipa os conceitos básicos do novo projeto, mas avisa: ainda não há concenso entre os técnicos da prefeitura e nem se quer foram feitos contatos preliminares com o governo federal, que já se havia comprometido a liberar a fundo perdido R$ 1 bilhão para o projeto original.
São dois, portanto, os primeiros desafios para colocar a nova ideia em pé: a) concluir os estudos de viabilidade técnica e econômica; e b) se aprovado o projeto nesta primeira fase, convencer o governo federal a redirecionar para o VLT o recurso prometido para o metrô (aliás, nesta segunda-feira, Gustavo Fruet estará em Brasilia para tratar de mobilidade urbana). Mas há um terceiro desafio: vencer a corrida contra o tempo visando a lançar a licitação antes do fim do ano para não perder a ajuda da união.
Mais detalhe no próximo capitulo.
sexta-feira, 1 de março de 2013
PREFEITURA E SINDICATOS INICIAM NEGOCIAÇÕES
{DIOMAR FRANCISCO GAÚCHO}
SERVIDORES APRESENTARAM PAUTA DE REIVINDICAÇÕES DO ANO.
A secretária municipal de Recursos Humanos, Merounjy Giacomassi Cavert, recebeu nesta quarta-feira (27) representantes do Sismuc (Sindicato dos servidores municipais de Curitiba) e Sismmac Sindicato dos servidores do Magistério Municipal de Curitiba), dando início às redadas de negociações das reivindicações entregue pelas entidades sindicais ao Prefeito Gustavo Fruet.
Prefeitura e Sindicatos acordaram o cumprimento de um calendário de reuniões para 2013, a contar de 1º da março, para analisar as propostas constantes na pauta, com vigência de um ano. " Este é o começo de um diálago para um processo de transparência", explicou a Secretária.
Moreujy disse que o objetivo da atual administração é investir firme na questão do vencimento básico dos trabalhadores do serviço público municipal de Curitiba para a efetiva valorização do servidor.
SERVIDORES APRESENTARAM PAUTA DE REIVINDICAÇÕES DO ANO.
A secretária municipal de Recursos Humanos, Merounjy Giacomassi Cavert, recebeu nesta quarta-feira (27) representantes do Sismuc (Sindicato dos servidores municipais de Curitiba) e Sismmac Sindicato dos servidores do Magistério Municipal de Curitiba), dando início às redadas de negociações das reivindicações entregue pelas entidades sindicais ao Prefeito Gustavo Fruet.
Prefeitura e Sindicatos acordaram o cumprimento de um calendário de reuniões para 2013, a contar de 1º da março, para analisar as propostas constantes na pauta, com vigência de um ano. " Este é o começo de um diálago para um processo de transparência", explicou a Secretária.
Moreujy disse que o objetivo da atual administração é investir firme na questão do vencimento básico dos trabalhadores do serviço público municipal de Curitiba para a efetiva valorização do servidor.
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