{CELSO NASCIMENTO/ DIOMAR FRANCISCO/ GAZETA DO POVO}
No cronograma previsto nos aditivos de 1998 e 2000, as concessionárias não estavam obrigadas a realizar nenhuma grande obra rodoviária no paraná até 2014. Ou seja, durante praticamente toda a gestão de Beto Richa não se realizaria, poe exemplo, obras de duplicação-- como as que agora, em pequenos trechos, se fazem nas BR-277 e 376. Para gáudio do governo que, primeiro, na propaganda se apropria de realizações pagas com recursos das concessionárias e dos usuários; e, segundo, as apresenta como fruto do fim da era do confronto bélico alimentado no governo Requião e agora substituída por negociações e respeitoso diálogo.
Logo, a antecipação da duplicação dos 14 quilometros de Medianeira- Matelândia; dos 10 do contorno de Campo Largo e dos 11 da Ponta Grossa-Apucarana é produto das tais negociações, certo? Diante de tal constatação, inevitalmente surge surge outra pergunta: que negociações e de que modo elas se dão para inspirar nas concessionárias sentimentos de tanta boa vontade?
A resposta talvez possa ser encontrada no trâmete da ação 2005.70.00.0079297 na 2ª. Vara da justiça Federal do Paraná. Trata-se do processo iniciado pela procuradoria- Geral do Estado (PGE) pelo qual o então governador Roberto Requião pedia ao judiciário que fizesse retornar aos termos originais o contrato de concessão firmado em 1996 por jaime Lerner.
Se julgado favoravelmente ao governo, todo o cronograma de obras teria de ser retomado. A esta altura, por exemplo, as BRs 277 e 376 já estariam duplicadas quase inteiramente. Obras canceladas teriam de ser reativadas. E os cálculos tarifários teriam de ser radicalmente refeitos. Uma eventual decisão nestes termos causaria abalos sísmicos na lucratividade das empresas concessionárias.
A ação2005.70.00.007929-7 caminhava a passos lentos- dentro, digamos, do ritmo "normal" da justiça brasileira-, mas caminhava. Até que, nem bem iniciado o governo Richa, o Estado, autor da ação, passou a requerer sucessivos pedidos de suspensão do julgamento. Já aconteceram desde então pelo menos três adiamentos solicitados pela advocacia do departamento de Estradas e Rodagem (DER), seguindo orientação do procurador-geral Júlio Zem e de seus superiores.
Qual a alegação para os pedidos de suspensão?
A resposta está num dos últimos despachos do juiz da causa, acessível no site da justiça Federal: "Defiro a suspensão do atendimento do feito, pelo prazo de 180 dias [...] em face da possibilidade de composição entre as partes, para por fim ao processo."
Tirem-se três conclusões: 1)que a boa vontade das concessionárias, que antecipam obras, decorre da "possibilidade de composição entre as partes"; 2) que a suposta composição elimina o risco de uma decisão que lhes seja desfavorável; e 3)que isso ainda lhes poderá render uma prorrogação contratual para além de 2023, caso o governo federal, "dono" das estradas, concorde.
DIOMAR
domingo, 31 de março de 2013
sexta-feira, 29 de março de 2013
22 ANOS DE MERCOSUL, AJA PATOS
{ELIZABETE ACCIOLY, ADVOGADA/ DIOMAR FRANCISCO/GAZETA DO POVO}
A primeira ideia que nos vem no aniversário do Mercosul, celebrado ontem, é a imagem de dois patinhos na lagoa, número que anima as pedras cantadas nas quermesses paroquiais. Brasil e Argentina, a partir de 1985, passaram a nadar na mesma lagoa, após tantos anos a olharem-se ao longe, com certo temor pelo desconhecido, até perceberem que, afinal, do outro lado da margem não havia patos selvagens e ariscos, prontos a atacar, mas apenas um pato solitário em busca de um parceiro. Os dois patinhos, pelas proezas que começaram a fazer juntos, agitaram tanto as águas da lagoa que surgiram outras aves. No dia 26 de março de 1991, com assinatura do tratado de Assunção, Paraguai e Uruguai são admitidos no bando.
E passaram-se 22 anos! Os quatros patos grasnando, nadando e voando juntos, com períudos de avanços, reflexções e crises, conseguiram até a proeza de atrair uma ave majestosa e imponente, símbolo nacional dos EUA e da Alemanha, para um concerto entre blocos regionais.
Recentemente, um pato migrou da região andina para a lagoa mercusulina, aproximando-se do bando. Os quatros patinhos ficaram apreensivos, não por ser aquele propriamente um patinho feio, mas um patinho revolucionário. Porém com a convivência mais próxima, os patinhos até lhe acharam graça e permitiram o seu ingresso no bando, com exceção de um deles, que o rejeitava insistentemente.
Mas quais o destino que esse patinho relutante cometesse um ato que desagradou aos demais, sendo afastado do grupo temporariamente, até cumprir as regras estabelecidas pelo os outros. Esse patinho, agora triste e inconformado com a punição, considerada injusta por uns e acertada por outros, avista ao longe os seus companheiros a conviver alegremente com o recém-chegado pato camarada.
Brevemente o patinho triste estará de volta à lagoa, após as resoluções da família paraguaia, em abril próximo, e tudo voltará como dantes. Teme-se, porém, a reação desse patinho ao defrontar-se com o novo membro do bando. Mas, pelos fatos recentes ocorridos na família venezuelana, respeitando a dor e o luto daquele patinho, tudo pode ser resolvido da melhor maneira, com um belo voo a cinco, nos céus do Cruzeiro do Sul.
É sabido que os patos são dotados de perfeitos senso de direção e que gostam muito de viver em comunidade; portanto, com a nova etapa que se impõe ao bloco regional, é essencial manejar a bússola e redirecionar o bando para um porto seguro, longe das interpéries vindas do Hemisfério Norte, que possivelmente resvalariam na lagoa mercosulina.
Ainda poderíamos relacionar os 22 anos de Mercosul com o jogo do bicho: o tigre, poderoso, astuto e temido pelos outros animais, mas daí nos vêem à lembrança os tigres asiáticos, hoje tigres-de-bengala, em perigo de extinção.
Por isso, mais vale ficar com a imagem dos patos, que são dos poucos animais que andam, nadam e voam com idêntica perícia, que conseguem dormir com metade do cérebro e manter a outra em alerta e ainda dão um belo espetáculo quando voam na formação em V- não por acaso, mas para ajudarem-se uns aos outros, pois quando um pato bate as asas cria um vácuo para o pato seguinte; quando o pato líder se cansa, muda para atrás na formação e, imediatamente, outro pato assume o lugar, indo para a ponta; os patos de trás grasnam para incentivar e encorajar os da frente a aumentae a velocidade.
Com cinco integrantes, a formação em V do Mercosul firará certamente mais equilibrada, para rumar, com vontade, ânimo e solidariedade, na direção acertada, seguindo o exemplo perfeito da natureza, que se traduz no voo dos patos.
A primeira ideia que nos vem no aniversário do Mercosul, celebrado ontem, é a imagem de dois patinhos na lagoa, número que anima as pedras cantadas nas quermesses paroquiais. Brasil e Argentina, a partir de 1985, passaram a nadar na mesma lagoa, após tantos anos a olharem-se ao longe, com certo temor pelo desconhecido, até perceberem que, afinal, do outro lado da margem não havia patos selvagens e ariscos, prontos a atacar, mas apenas um pato solitário em busca de um parceiro. Os dois patinhos, pelas proezas que começaram a fazer juntos, agitaram tanto as águas da lagoa que surgiram outras aves. No dia 26 de março de 1991, com assinatura do tratado de Assunção, Paraguai e Uruguai são admitidos no bando.
E passaram-se 22 anos! Os quatros patos grasnando, nadando e voando juntos, com períudos de avanços, reflexções e crises, conseguiram até a proeza de atrair uma ave majestosa e imponente, símbolo nacional dos EUA e da Alemanha, para um concerto entre blocos regionais.
Recentemente, um pato migrou da região andina para a lagoa mercusulina, aproximando-se do bando. Os quatros patinhos ficaram apreensivos, não por ser aquele propriamente um patinho feio, mas um patinho revolucionário. Porém com a convivência mais próxima, os patinhos até lhe acharam graça e permitiram o seu ingresso no bando, com exceção de um deles, que o rejeitava insistentemente.
Mas quais o destino que esse patinho relutante cometesse um ato que desagradou aos demais, sendo afastado do grupo temporariamente, até cumprir as regras estabelecidas pelo os outros. Esse patinho, agora triste e inconformado com a punição, considerada injusta por uns e acertada por outros, avista ao longe os seus companheiros a conviver alegremente com o recém-chegado pato camarada.
Brevemente o patinho triste estará de volta à lagoa, após as resoluções da família paraguaia, em abril próximo, e tudo voltará como dantes. Teme-se, porém, a reação desse patinho ao defrontar-se com o novo membro do bando. Mas, pelos fatos recentes ocorridos na família venezuelana, respeitando a dor e o luto daquele patinho, tudo pode ser resolvido da melhor maneira, com um belo voo a cinco, nos céus do Cruzeiro do Sul.
É sabido que os patos são dotados de perfeitos senso de direção e que gostam muito de viver em comunidade; portanto, com a nova etapa que se impõe ao bloco regional, é essencial manejar a bússola e redirecionar o bando para um porto seguro, longe das interpéries vindas do Hemisfério Norte, que possivelmente resvalariam na lagoa mercosulina.
Ainda poderíamos relacionar os 22 anos de Mercosul com o jogo do bicho: o tigre, poderoso, astuto e temido pelos outros animais, mas daí nos vêem à lembrança os tigres asiáticos, hoje tigres-de-bengala, em perigo de extinção.
Por isso, mais vale ficar com a imagem dos patos, que são dos poucos animais que andam, nadam e voam com idêntica perícia, que conseguem dormir com metade do cérebro e manter a outra em alerta e ainda dão um belo espetáculo quando voam na formação em V- não por acaso, mas para ajudarem-se uns aos outros, pois quando um pato bate as asas cria um vácuo para o pato seguinte; quando o pato líder se cansa, muda para atrás na formação e, imediatamente, outro pato assume o lugar, indo para a ponta; os patos de trás grasnam para incentivar e encorajar os da frente a aumentae a velocidade.
Com cinco integrantes, a formação em V do Mercosul firará certamente mais equilibrada, para rumar, com vontade, ânimo e solidariedade, na direção acertada, seguindo o exemplo perfeito da natureza, que se traduz no voo dos patos.
quinta-feira, 28 de março de 2013
BIZARRICES POLÍTICAS NA CÂMARA DOS DEPUTADOS
]{DIOMAR FRANCISCO}
O deputado Marco Feliciano, do PSC de São Paulo, em poucas semanas passou de um ilustre integrente do "baixo clero" da Câmara para celebridade na Imprensa e principalmente nas redes sociais. Sua indicação para presidir a Comissão dos Direitos Humanos acabou se revelando uma bizarrice de seu partido.
Com outros integrantes que poderiam ser indicados para a função, por que indicar justamente o parlamentar que é acusado de crimes contra a comissão que vai presidir?
Para o próprio deputado, a notoridade acabou sendo um alto negócio eleitoral.
Se de um lado, ativistas das minorias passaram a protestar contra a sua presença e ridicularizar sua figura nas redes sociais, por outro,ele ganhou notoridade entre os cidadãos que compartilham de suas ideias.
Ou seja,Marco Feliciano poderá se reeleger com relativa facilidade em 2014 não por seus projetos, mas por defender ideias conservadoras. A política brasileira é povoada de muitos exemplos come esses, que vão para o parlamento pelo seu aspecto folclórico, a tal ponto, que o palhaço Tiririca fica parecendo apenas mais um deputado normal.
O deputado Marco Feliciano, do PSC de São Paulo, em poucas semanas passou de um ilustre integrente do "baixo clero" da Câmara para celebridade na Imprensa e principalmente nas redes sociais. Sua indicação para presidir a Comissão dos Direitos Humanos acabou se revelando uma bizarrice de seu partido.
Com outros integrantes que poderiam ser indicados para a função, por que indicar justamente o parlamentar que é acusado de crimes contra a comissão que vai presidir?
Para o próprio deputado, a notoridade acabou sendo um alto negócio eleitoral.
Se de um lado, ativistas das minorias passaram a protestar contra a sua presença e ridicularizar sua figura nas redes sociais, por outro,ele ganhou notoridade entre os cidadãos que compartilham de suas ideias.
Ou seja,Marco Feliciano poderá se reeleger com relativa facilidade em 2014 não por seus projetos, mas por defender ideias conservadoras. A política brasileira é povoada de muitos exemplos come esses, que vão para o parlamento pelo seu aspecto folclórico, a tal ponto, que o palhaço Tiririca fica parecendo apenas mais um deputado normal.
quarta-feira, 27 de março de 2013
SEPERSECRETÁRIO PROVOCA CLIMA DE IRRITAÇÃO NA PREFEITURA
{DIOMAR FRANCISCO}
Membros do governo queixam-se da atitude de MacDonald.
Assessores próximos de Gustavo Fruet admitem "dificuldades" na gestão da Secretaria de Governo pelo o estilo centralizador do titular que "acha que o prefeito ainda é o pai de Gustavo e que manda em tudo em todos".
Antes dos primeiros 100 dias de administração que pediu para uma avaliação global de como se encontram as contas e os principais programas e serviços de sua gestão, o Prefeito Gustavo Fruet (PDT) pode enfrentar uma rebelião dentro do seu secretariodo.
A reclamação da maioria tem um endereço: no 4º andar do Palácio 29 de Março e um só nome: Ricardo MacDonald. "Ele quer mandar em tudo e em todos", garante um dos assessores do prefeito irritado com as constantes intervenções do que denomina, "Supersecretário". As cobranças, segundo assessores próximos do prefeito são "duras" e permanentes.
Amigo pessoal do prefeito e um dos nomes mais fortes do primeiro escalão, MacDonald tem sido escalado para cobrar uma ação efetiva dos secretáriado sobre as ações de cada pasta. Tem um estilo de comando, cobra resultados, segundo alguns, de forma "rispida". Dois Secretários ouvidos pela reportagem do correio garantem que a reclamalão é geral e já há quem pense em deixar o cargo porque o prefeito "está deixando o MacDonal governar. Até a vice, Mirian Gonçalves, enfrenta problamas com o secretário, mas tem administrado a situação na política do "bom cabrito não berra,chia".
A única que tem salvo conduto até aqui, por razões óbvias, é a primeira dama, Marcia Fruet, com quem MacDonald não quer enfrentamento. Resta saber se a rebilião será consumada ou o prefeito vai reduzir poderes de seu principal assessor.
Membros do governo queixam-se da atitude de MacDonald.
Assessores próximos de Gustavo Fruet admitem "dificuldades" na gestão da Secretaria de Governo pelo o estilo centralizador do titular que "acha que o prefeito ainda é o pai de Gustavo e que manda em tudo em todos".
Antes dos primeiros 100 dias de administração que pediu para uma avaliação global de como se encontram as contas e os principais programas e serviços de sua gestão, o Prefeito Gustavo Fruet (PDT) pode enfrentar uma rebelião dentro do seu secretariodo.
A reclamação da maioria tem um endereço: no 4º andar do Palácio 29 de Março e um só nome: Ricardo MacDonald. "Ele quer mandar em tudo e em todos", garante um dos assessores do prefeito irritado com as constantes intervenções do que denomina, "Supersecretário". As cobranças, segundo assessores próximos do prefeito são "duras" e permanentes.
Amigo pessoal do prefeito e um dos nomes mais fortes do primeiro escalão, MacDonald tem sido escalado para cobrar uma ação efetiva dos secretáriado sobre as ações de cada pasta. Tem um estilo de comando, cobra resultados, segundo alguns, de forma "rispida". Dois Secretários ouvidos pela reportagem do correio garantem que a reclamalão é geral e já há quem pense em deixar o cargo porque o prefeito "está deixando o MacDonal governar. Até a vice, Mirian Gonçalves, enfrenta problamas com o secretário, mas tem administrado a situação na política do "bom cabrito não berra,chia".
A única que tem salvo conduto até aqui, por razões óbvias, é a primeira dama, Marcia Fruet, com quem MacDonald não quer enfrentamento. Resta saber se a rebilião será consumada ou o prefeito vai reduzir poderes de seu principal assessor.
O CUSTO DA COPA NO BRASIL
{DIOMAR FRANCISCO}
Os grandes eventos no Brasil parecem seguir a rotina das obras públicas em geral, frutos de licitação. Virou regra no país que o preço licitado nunca é pago à impreiteira pela obra contratada. O excesso de burocracia e de ações acaba fazendo com o que o custo seja muito maior do que o previsto originalmente.
A Copa do Mundo, desde o dia em que o Brasil foi anunciado como sede, já tinha esse mesmo destino. O problama é que os prazos estão ficando mais apertados, as obras não estão saindo e o dinheiro nem sempre aparece para cobrir os custos adicionais.
A Prefeitura de Curitiba não suportou a refeorma da Cândido de Abreu, foi cancelada pelo custo e pelo fato de não ficar pronta a tempo do Mundial. Esta foi a penas a primeira a ser riscada do mapa, mas tudo indica que outras intervenções urbanas devem ficar fora do calendário de 2014.
Os grandes eventos no Brasil parecem seguir a rotina das obras públicas em geral, frutos de licitação. Virou regra no país que o preço licitado nunca é pago à impreiteira pela obra contratada. O excesso de burocracia e de ações acaba fazendo com o que o custo seja muito maior do que o previsto originalmente.
A Copa do Mundo, desde o dia em que o Brasil foi anunciado como sede, já tinha esse mesmo destino. O problama é que os prazos estão ficando mais apertados, as obras não estão saindo e o dinheiro nem sempre aparece para cobrir os custos adicionais.
A Prefeitura de Curitiba não suportou a refeorma da Cândido de Abreu, foi cancelada pelo custo e pelo fato de não ficar pronta a tempo do Mundial. Esta foi a penas a primeira a ser riscada do mapa, mas tudo indica que outras intervenções urbanas devem ficar fora do calendário de 2014.
terça-feira, 26 de março de 2013
MINISTRO PAULO BERNARDO PODE IMPLANTAÇÃO DO 4 G
{DIOMAR FRANCISCO}
{MINISTRO PAULO BERNARDO QUER ACELERAR AUTORIZAÇÃO PARA INSTALAÇÃO DE ANTENAS TRANSMISSORAS NA CIDADE}
O Ministro das comunicações, Paulo Bernardo, pediu ontem que as autorizações para instalação de antenas utilizadas na tecnicologia 4G. Ele esteve na cidade para participar de um encontro na Federação da Indústrias do paraná (FIEP) que discutiu melhorias na infraestrutua nas telecomunicações para o Mundial.
Paulo Bernardo explicou que, pelo acordo a Fifa, a tecnologia 4G tem que começar a funcionar ate o final deste ano em todas as 12 cidades-sede da Copa. Ainda segundo o ministro, até junho de 2014, a tecnologia tem que funcionar em todas as cidades com mais 500 mil habitantes.
Bernardo também respondeu as criticas do governardor do paraná, Beto Richa, de que o estado é o quinto que mais arrecada imposto para a União e, mesmo assim, é o vigésimo sexto da fila na hora de receber recursos.
{MINISTRO PAULO BERNARDO QUER ACELERAR AUTORIZAÇÃO PARA INSTALAÇÃO DE ANTENAS TRANSMISSORAS NA CIDADE}
O Ministro das comunicações, Paulo Bernardo, pediu ontem que as autorizações para instalação de antenas utilizadas na tecnicologia 4G. Ele esteve na cidade para participar de um encontro na Federação da Indústrias do paraná (FIEP) que discutiu melhorias na infraestrutua nas telecomunicações para o Mundial.
Paulo Bernardo explicou que, pelo acordo a Fifa, a tecnologia 4G tem que começar a funcionar ate o final deste ano em todas as 12 cidades-sede da Copa. Ainda segundo o ministro, até junho de 2014, a tecnologia tem que funcionar em todas as cidades com mais 500 mil habitantes.
Bernardo também respondeu as criticas do governardor do paraná, Beto Richa, de que o estado é o quinto que mais arrecada imposto para a União e, mesmo assim, é o vigésimo sexto da fila na hora de receber recursos.
UMA QUESTÃO DELICADA O CASO DO HOSPITAL EVANGÉLICO
{DIOMAR FRANCISCO}
Nos últimos dois dias, novas denúncias contra a médica que chefiava a UTI do Hospital Evangélico agravam ainda mais a situação da acusada. As denúncias são graves e de um grande número de vítimas- de acordo com o auditor do Ministério da Saúde encarregado de examinar a questão.
O próprio Ministério Público pediu para que ela voltasse para a prisão. Mas este caso exige um extremo cuidado das autoridades e da própria imprensa. Se a médica é realmente culpada pelo procedimento que teria levado a morte de vários pacientes (o número ainda é incerto), a Justiça poderá apontar, depois que as provas forem devidamente analisadas.
Mas um ponto deixa em alerta esta história. Vários especialistas afirmam que os procedimentos usados pelos médicos dentro da UTIs podem ter um entendimento diferente para os leigos. Pode ser que seja só uma posição corporativista, mas de qualquer maneira, por uma questão de zelo e justiça, é melhor ser analisado com cuidado.
Nos últimos dois dias, novas denúncias contra a médica que chefiava a UTI do Hospital Evangélico agravam ainda mais a situação da acusada. As denúncias são graves e de um grande número de vítimas- de acordo com o auditor do Ministério da Saúde encarregado de examinar a questão.
O próprio Ministério Público pediu para que ela voltasse para a prisão. Mas este caso exige um extremo cuidado das autoridades e da própria imprensa. Se a médica é realmente culpada pelo procedimento que teria levado a morte de vários pacientes (o número ainda é incerto), a Justiça poderá apontar, depois que as provas forem devidamente analisadas.
Mas um ponto deixa em alerta esta história. Vários especialistas afirmam que os procedimentos usados pelos médicos dentro da UTIs podem ter um entendimento diferente para os leigos. Pode ser que seja só uma posição corporativista, mas de qualquer maneira, por uma questão de zelo e justiça, é melhor ser analisado com cuidado.
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