DIOMAR

segunda-feira, 23 de julho de 2012

O ELEITOR E A POLÍTICA

"O ELEITOR TAMBÉM É O RESPONSÁVEL PELA POLÍTICA"

Alerta é do promotor Armando sobreiro neto, da Coordenadoria das promotorias de justiça Eleitorais, que atuam nas 206 zonas do paraná.

"É preciso criar uma cultura cívica. As pessoas precisam entender a real importância do voto e também ter consciência de que elas são responsáveis pelo o que acontece na política. o voto não é só aquele instante, na urna, ele se reflete nos quatro anos seguintes", afirma o promotor de justiça Armando Sobreiro Neto, da coordenadoria das promotorias de justiça eleitorais.

Para ele, a democracia está consolidada no país e as eleições acontecem periodicamente sempre dentro da nomalidade institucional, mas é preciso que o eleitor, que o cidadão, cumpra realmente o seu papel com responsabilidade.

"É nosso papel saber eleger bem. o cidadão tem que entender  que a política é essencial para a sociedade. que os partidos e os políticos também são agentes de transformação", diz, alertando que a desqualificação da política não atende aos interesses da democracia.

"Falar mal da política, dos partidos e dos políticos é fácil. Mas é emblemático que as pessoas não são críticas quando avaliam qual é o próprio grau de participação neste importante setor na vida de todos."

Segundo ele, um exemplo que revela as contradições desta situação é como as pessoas tratam questões bem próximas do seu cotidiano. As pessoas dizem da política o mesmo que fazem com relação às reuniões de condomínios. Reclamam de tudo, mas não participam. Isso nos locais onde elas próprias moram. Então, acabam reproduzindo o mesmo comportamento para com a política".

Sobreiro critica uma atitude considerada por muitos como normal em época de eleição. "É a ideia de que se deve levar alguma vantagem para se votar em determinado candidato. assim, querem algo em troca do voto, uma linguiçada, um churrasco, cesta básica, material de construção. fazem do voto mercadoria e depois querem que os políticos sejam corretos e não corruptos". Para ele, o eleitor deve ser crítico. "não basta só reclamar.

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