DIOMAR

quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

APESAR DOS ESCÂNDALOS, BRASIL CRESCE

{DIOMAR FRANCISCO GAÚCHO}

Duas notícias chamaram a atenção ontem, dando conta sobre o crescimento brasileiro. O anúncio do Governo federal de conceder crédito de R$ 100 bilhões para as empresas investirem e a lista da revista Forbes, que coloca a presidente Dilma Rousseff como 18ª personalidade mais poderosa do mundo. Nas duas situações, fica evidente o crescimento do país e o consequente aumento de importância da economia brasileira no cenário internacional.

Embora ainda existam excândalos de corrupção, desvendados pela Polícia Federal e políticos condenados pelo Supremo Tribunal Federal pelo mensalão, o brasil continua crescendo. Ou seja, ficou claro que nem mesmo estes problamas são capazes de atrapalhar o que todo brasileiro ouviu falar durante muito tempo, que "o Brasil é um país do futuro". A importância brasileira no cenário mundial não é mais futuro, é uma realidade. Tudo isso por uma questão muito simples: o Brasil reúne as condições para crescer desenvolver, tem riquezas naturais, uma população inteligente e ausência de grandes conflitos étnicos.

quarta-feira, 5 de dezembro de 2012

PEDÁGIOS MALDITOS, OS NARIZES VERMELHOS

]{GILBERTO ANTONIO CATÚ/ DIOMAR FRANCISCO GAUCHO/GAZETA DO POVO}

Não é novidade para ninguém que nesta época do ano os usuários das rodovias paranaenses precisam se adaptar ao reajuste das consecionárias de pedágio. Isso vem acontecendo há anos. E não adianta reclamar, infelismente. Foi e vai continuar sendo assim até o fim dos contratos. Agora apartir de dezembro, o valor que cada usuário desembolsa nas praças de pedágio do sistema paranaense de concessões de rodovias aumentou em média, 4,7%.

O reajuste foi anunciado pelo governo estadual, que analisou a solicitação de aumento enviada pelas seis concessionárias responsáveis por administrar 2,5 mil quilometros de rodovias no paraná. O porcentual oscila em cada uma das 27 praças de pedágio. O menor reajuste é de 3,66% e o maior ficou em 6,06%, além das vaiações em função de arredondamento de valor, para facilitar o troco.

Mas este aumento é algo padrão, certo? Muitos cansaram até de cobrar do governo estadual a tão anunciada revisão dos contratos de pedágio. Pois bem: a recem criada Agencia Reguladora de serviços  públicos Delegados do paraná (Agepar) anunciou que vai contratar a Fundação intituto de pesquisas Econômicas (FIP) para avaliar todos os dados do sistema paranaense de pedágio. O processo de contratação está em fase final de acerto e o trabalho foi previamente orçado em R$ 1,4 milhão, além de deverá ser feito em até 8 meses.

Assim a renegociação dos contratos de pedágio do paraná, que já se arrasta há um ano e meio, deve se estender até meados de 2013. E nós vamos continuar usando nossos narizes vermelhos quando se trata deste assunto. Isso porque somos obrigados a conviver diariamente com estradas sem duplicação ou obras importantes sendo deixadas de lado enquanto pagamos valores exorbitantes para peder trafegar por elas.

Aliás, é bom lembrar que a renegociação dos contratos está sendo pressionada pelo esgotamento do prazo dado pelo Tribunal de Contas da União (TCU) para que medidas sejam tomadas, uma vez que um relatório do TCU apontou a desproporção entre a supressão de obras e as perdas de receita alegadas pelas concessionárias. Dessa forma, como os usuários estariam sendo lesados, o tribunal determinou que o governo promova, até fevereiro de2013, mudanças que levem a tarifas menores ou a mais para quem usa as rodovias pedagiadas.

Emquanto isso, nós vamos pagando a conta do descaso, da demora, da falta de respeito para com o cidadão. E continuamos trafegando por essas mesmas estradas, pagando cada vez mais, todo ano. infelizmente.

terça-feira, 4 de dezembro de 2012

PREFEITO FRUET ESTUDA EXTIGUIR 50%DOS COMISSIONADOS

]{DIOMAR FRANCISCO GAÚCHO}

PREFEITO ELEITO AINDA NÃO DIVULGOU A RELAÇÃO DE SECRETÁRIOS.

Quando eleito Prefeito de Curitiba, Gustavo Fruet (PDT), disse que a "cota gratidão" seria menor que muita gente espera. Ele não estava blefando. Muitos companheiros que se dedicaram à campanha do pedetista podem ficar sem cargos. Fruet foi aconselhado a cortar pela metade os cargos comissionados-aqueles de livre nomeação do prefeito, sem concurso- já no inicio da gestão. Cerca de 350 cargos de confiança seriam estintos. Deacordo com a secretaria de recursos humanos da prefeitura, o prefeito da cidade tem 619 cargos para sua livre escolha. O munícipio possui cerca de 33 mil servidores, portanto, atualmente, tem um comissionado para cada grupo de 53 funcionários. Fora os cargos comissionados, existem cerca de 4,1 mil funções gratificadas na prefeitura da capital. Essas são destinadas exclusivamente para funcionários de carreira. Algumas são fixas como, por exemplo, as que contemplam 400 diretores de escolas.

LEIS POR IMPOLSOS

{DIOMAR FRANCISCO GAÚCHO}

O Congresso aprovou ontem a lai "Caroline Dieckmann". A legislação, que pretende regular a privacidade na internet, foi provocada pela notícia do vazamentos de fotos da atriz. As imagens, supostamente, teriam sido roubadas por técnicos que arrumaram o computador da celebridade. Pela velocidade que foi  aprovada, a lei terá poucos efeitos práticos, uma vez as informações evolui a cada dia e a circulação de imagem pela rede mundial de computadores ganham novos aplicativos a cada dia.

O tráfego de informações na internet está cada vez mais difícil de obedecer a qualquer regulamentação. Mesmo conteúdos que tem valor comercial, como filmes e músicas, a muito tempo circulam livremente entre os computadores daqueles que sabem baixar arquivos. Nem mesmo leis mais severas contra a pirataria conseguiram barrar a troca entre internautas.

Ou seja, pela constante modernização das máquinas e de usos, a lei aprovada ontem corre o sério risco de já nascer ultrapassada. A própria atriz já reconheceu que já não é mais possível controlar o tráfego das imagens que vazaram e disse que não liga se as pessoas a verem sem roupa.

segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

O DILEMA DA GERENTONA DILMA ROUSSEFF

{ELIO GASPARI/ DIOMAR FRANCISCO GAÚCHO/GAZETA DO POVO}

Seria bom se fosse possível dizer que o governo da doutora Dilma tem tolerância zero com a malfeitos. Há uma distância oceânica entre sua administração e a de nosso guia, mas tolerância zero é conversa fiada. Na segunda metade do mandato, seu desafio será mostrar a diferença entre suas atitudes reativas e uma verdadeira política moralizadora do governo e da nação petista. ou o PT acaba com seus esquemas ou esses esquemas acabam com o PT, produzindo uma sucessão presidencial demarcada pelo debate da corrupção. Essa poderá ser a derradeira e benfazeja contribuição dos companheiros à política Nacional.

Quem pensa que moralismo produzirá um novo Fernando Collor, engana-se. Produzirá um Joaquim Barbosa, sem onexções com a plutocracia ou acordos com usineiros.

No caso das Bolsas Consultorias do ministro Fernando Pimentel (R$ 2 milhões ao longo de dois anos), o Planalto Blindou-o e alterou a composição de Ética Pública da Presidência, que viria arquivar o caso com argumentos constrangedores.

A quadrilhas dos irmãos vieira, que tinha um pé na sala da chefe do escritório da presidência em São Paulo, mostra que o Planalto protegeu os malfeitores atropelando os mecanismos de defesa do Estado.

Resumindo.
Lendo-se os grampos da Operação Porto Seguro vê-se quão perto do comissariado Gilberto Miranda operava. Houve tempo em que ele dizia que "sou muito rico, não preciso de dinheiro". pelo visto, precisou e descobriu companheiros que também precisavam.

EM TODOS OS EPISÓDIOS, OS MECANISMOS DE DEFESA DO ESTADO FORAM ESTATIZADOS PELA AÇÃO DOS COMISSÁRIOS. ATÉ ONDE ESSA PROTEÇÃO DEU-LHES UMA SENSAÇÃO DE ONIPOTÊNCIA E INVULNERABILIDADE, SÓ ELES PODERÃO DIZER. TOMARA QUE DIGAM.

domingo, 2 de dezembro de 2012

CORDAS VOCAIS DA SOCIEDADE ESTÃO NAS CPIS

]{DORA KRAMER/DIOMAR FRANCISCO GAÚCHO/ GAZETA DO POVO}

Não fosse a completa desmoralização do instrumento, seria o caso de o Congresso propor a criação de uma comissão de inquérito para investigar o esquema de corrupção envolvendo a Advogacia-Geral da União, o secretário da Presidência da República em São Paulo e agencia reguladoras. Mas como ninguém mais acredita em CPIs, a começar pelos parlamentares, tudo indica que seria proposta destinada ao fracasso. Assim perde-se o foro primordial para debate desse tipo de assunto e fica-se na dependência de "vazamentos" do inquérito policial para saber mais sobre o que aconteceu debaixo do nariz de uma presidente celebrada por aludio rigor ético.

É --ou pelo menos era- nas comissões de inquérito que os detalhes de episódios nebulosos podem vir à tona da maneira mais adequada em sociedades maduras: por intermédio do Legislativo no exercício de sua função de fiscalizar o Executivo. Se o governo cala e o parlamento por omissão consente, a tedência é que as licítudes cometidas no âmbito do poder público caiam no vazio e logo venham outras.

Quis o caso que a Operação Porto Seguro revelasse as traficâncias da protegida número 1 de Lula e do número 2 da Advogacia da Presidência com os irmãos Vieira, no momento em que o instituto das comunicações de inquérito não vale uma Cibalena vencida.

Isso deixa o Congresso sem ação. Depoimentos seletivos desse ou daquele ministro ou mesmo de suspeitos podem render alguns momentos de glória para a oposição, mas acabam sendo palco para meras justificativas bovinamente aceita ppela maioria governista. Foi assim com os convocados na época da "faxina" em vários ministérios.

O planalto por sua vez faz pose de impávido colosso com demissões inevitável e comissões de sindicâncias  de eficácia questionável. O ex- presidente, avalista da atual governante, não se manifesta nem para negar que a amiga Rose estivesse autorizada a falar em seu nome para obter vantagens. De onde as cordas vocais da sociedade estão nas comissões de inquérito. É por intermédio delas que as coisas chegam ao público sem subterfigios. Consequências de escândalos só ocorrem quando há CPI. Ou a denúncia de Roberto Jefferson teria ido adiante sem a comissãoi de inquérito? Mais provávl é que o mensalão tivesse comprido o rito da profecia de Delúbio Soares e fosse hoje nada além de uma piada contada nos salões da República.

Voltemos no tempo: Fernando Collor teria completado seu mandato não houvesse a CPI do PC Faria. Muitas comissões deram em coisa alguma, mas na ausência delas são diminutas ou quase nulas as chances de se elucidar determinados casos e fazer com que gerem resultados práticos. Não obstante a gravidade das denúncias relativas a mais uma quadrilha atuante nos altos escalões do poder, o desmonte da força do parlamento conspira contra a revelação da verdade dos fatos.

"XOQUE" NAS OBRAS PÚBLICAS

{CELSO NASCIMENTO/ DIOMAR FRANCISCO GAÚCHO/ GAZETA DO POVO}

No princípio, era a Emopar; depois, veio o decom; em seguida, criou-se a secretaria de Obras; por fim, considerada inútil, esta foi extinta e incorporada à Secretaria de infraestrutura e Logística. E daí veio o caos: o estado se tornou incapaz nos últimos dois anos até substituir maçanetas estragadas ou realizar outros pequenos reparos em escolas, unidades de saúde, delegacias e outros prédios públicos.

Para refrescar a memória: a Emopar era a sigla de empresa estatal criada pelo governador  Jayme Canet Jr. na década de 70 e encarregada de projetar, executar obras e fazer a manutenção de propiedades públicas. Anos depois, foi extinta e suas atividades assumidas pelo Departamento Estadual de Construção de Obras e Manutenção (Decom). Depois, para dar status político à repartição, o Decom virou Secretaria de obras. Até que, imaginando enxugando a máquina e implantar o "xoque de Jestão", o governador Beto Richa extinguiu a secretaria  e incorporou suas atribuições ao departamento de Estrada de Rodagem (DER), sob a égide do irmão Pepe Richa, secretário da infra Estrutura. Como nada deu certo e as reclamações se multiplicaram, o governo está adotando uma "meia volta volver". Tramita na Assembleia anteprojeto de lai que prevê a criação da autarquia Paraná Edificações- uma autarquia cuja incubência é fazer a mesma coisa que faziam a Emopar, o Decom ou Secretaria de Obras. Como nenguém é de ferro e como em breve havrerá mão de obra disponível na praça, a criação de dezenas de cargos em comissão integrada a proposta de implantar a autarquia. O anteprojeto foi enviado à Assembleia no último dia 22 e lá tramita com inuzitada rapidez.

UMA PERGUNTA DE NÃO QUER CALAR, SERÁ QUE ESSE É O "XOQUE DE JESTÃO"  QUE O GOVERNADOR BETO RICHA PROMETEU NA CAMPANHA PARA SE ELEGER? JÁ SE PASSARAM 2 ANOS DE MANDATO, O DIÁLOGO COM AS CONCESSIONÁRIAS DE PEDÁGIOS, ATÉ AGORA NÃO DEU CERTO, O PEDÁGIO CONTINUA AUMENTANDO NATURALMENTE E O POVO PAGANDO O PATO, SERÁ QUE ELE QUER DEIXAR O VERDADEIRO "XOQUE DE JESTÃO" PARA O PRÓXIMO MANDATO, NA ESPERANÇA DE SE REELEGER? DE CONVERSA FIADA O POVO JÁ ESTÁ NO LIMITE DO  LIMITE DE SUA PACIÊNCIA.